Eis aqui um país tropical, detentor de vastas terras, lugar de gente solidária e, por fim, herdeiro do “jeitinho”, que apesar de não ter sido criado por um brasileiro, se enraizou por aqui.
É, quem nunca ouviu falar de nossa herança cultural, o “jeitinho brasileiro”? Ou melhor, quais dentre os brasileiros não justificaram uma atitude não muito louvável utilizando como argumento que o “jeitinho” nos é inerente? Pois bem, não adianta desconversar, são raros os que nunca infringiram uma lei. Acha que eu estou sendo extremista? Então vamos recapitular alguns pontos.
O “Jeitinho brasileiro” é fundamentado em dois principais chavões que comumente escutamos por aí: “quem cumpre as leis só se dá mal”; “se ele(a) fez, eu também posso fazer”. E, na maioria das vezes, é usado para justificar o que seriam “pequenos deslizes”. Por exemplo: você já avançou o sinal no trânsito? Já jogou lixo em vias públicas? Já furou fila ou pediu que alguém guardasse o seu lugar? Já falsificou documentos dizendo ter sido com suas melhores intenções? Pois é, querido leitor, suas respostas são passíveis de crivo e afirmo, novamente, que são raros os que nunca cometeram algum desses delitos.
Mas nem tudo está perdido. O passado que incorporou o presente em forma de herança cultural ainda pode ser revertido. Como disse, nem todos os brasileiros são adeptos do “jeitinho”, logo há uma esperança. Imagine um Brasil menos corrupto, mais desenvolvido e detentor de uma legislação mais eficaz e rígida. Imaginou? Pois assim seria o nosso país sem o “jeitinho brasileiro”. Com maior presença e conhecimento das leis, as pessoas vão se sentir lesadas ao verem alguém burlando a legislação e, conseqüentemente, passarão a dar bons exemplos, extinguindo os chavões do “jeitinho”. Mudança relevante também ocorrerá nas escolas, que poderão injetar matérias sobre responsabilidade social e cidadania em suas grades.
E você, caro leitor, comece desde já sua campanha para a extinção do “jeitinho brasileiro”, seja no seu bairro, local de trabalho, colégio ou faculdade. Fiscalize e advirta os agentes dos “pequenos deslizes”. Conscientize as pessoas próximas a você de que cumprir as leis e fazer a nossa parte é a melhor maneira de sermos livres.
domingo, 21 de dezembro de 2008
“Jeitinho brasileiro”: uma herança, um estigma
terça-feira, 2 de dezembro de 2008
Em minha dança sem fim
Dentre as folhas mortas;
A escuridão junto de mim,
Continua a sussurrar longas palavras.
Irei me fixar ao lado de minha escuridão.
Irei acabar com minhas fantasias.
Irei me aconchegar com minha solidão e
Tirarei de mim toda ipocrisia.
Serei as folhas secas do outono.
Serei a face mais bela da morte.
A tristeza será meu consolo,
E tirarei toda essa idéia de que serei forte.
Ao escutar as lamentações do anjo decaído,
Sei que isso será gravado em meu coração.
Vejo cada vez mais,meu sangue saindo,
E sinto como se não sentisse minha respiração.
Continuarei amaldiçoada até o fim de meus tempos.
Me sufocarei até acabar com toda essa verdade.
Tirarei das entranhas de meu ser essas lembranças e momentos.
Acabarei com toda essa sua suposta sinceridade.
Caía e sinta o que senti.
Se acabe e chore,porque a única coisa que desejará é a morte.
quinta-feira, 30 de outubro de 2008
"E nessa grande escapada,que é a minha vida;continuo perturbada e minha mente atrás da saída.Procuro os retalhos da minha alma,que com o tempo se disfez.Nessa jornada tento ficar calma para que não caia mais uma vez.Ao longo do caminho pego pedaços do meu coração.Continuo a andar,e passo por lugares que destrui com minha doce ilusão.Pouco-a-pouco vou sentindo-me gelada,é como se não ouvesse vida em mim.Suas palavras vieram como veneno que me deixou paralisada e vi que alí meu sonho teve fim.Não me grites,porque onde estou não o escutarei.Escutes apenas os passos de sua culpa chegando.Sou seu fantasma,e a todo tempo sangrarei;até que pagues o que me fizestes,em sua mente o assombrarei.Olhe seu reflexo,e veja o quanto é bela a mentira ,repares que minha vingança será eterna.Escutes meus sussuros de como acabastes com minha vida.Acalme-se pois a sua vida já não perdura.Sangre,com minha vida em suas mãos.Chore o quanto quizer,pois não acreditarei.Morra,com o remorso de ter acabado com meu coração.Apenas com seu sofrimento que partirei." ( Isabella )
New poster....... apresentando!! EU !!!! aheuahueha

Well well.. pra qm num me cunheçe sou Potato (^^).. a parte humorística/retardada/nada intelectual desse bloguitcho venho trazer pra vc leitores assiduos e desocupados uma histórinha q a muito tempo aconteceu-se comigo...
ATENÇÃO!!
por favor se a há crianças no recinto ou se vc tem coração fraco ou não aguenta fortes emoções por favor retire-se do recinto, isso naum é uma brincadeira essa história é baseada em fatos reais e pode te deixar algumas noites sem dormir..
é uma história conhecida como: A BRUXA VELHA DO 101!!!! (tcharam!! qualquer semelhança com "Chaves" é mera coincidência)
como parece ja ter sido entendido eu morava em um prédio na verdade era um conjunto de prédios.. bem no prédio ao lado havia de residir uma senhora nada gentil de nome desconhecido(provavelmente pelos poderes de sua magia negra q fazia com q a pessoa sofresse de amnésia e esquecesse seu nome) bem essa senhora tinha uma filha de nome tbm desconhecido e essa filha dela morava com seu "marido" (provavelmente um feitiço de magia negra irreversível q o fez casar com aquele projeto de ser humano do inferno) e moravam os tres juntos com um gato satânico gordo e branco de olhos coloridos (sim ele tinha um olho maléfico de cada cor) bem bem todos os meus comparsas e eu desconfiavamos q aquela senhora simplesmente por odiar infernalmente crianças e sempre agir estranhamente saindo de ksa somente a noite (provavelmente para catar asas de morcego, aranhas e rabos de lagartixas) creiamos (ui) q essa senhora era uma bruxa e sua filha sua fiel aprendiz e seu gato uma forma satânica de um monstro disfarçado.... bom nisso a gente mantia distancia das janelas e até msm de pisar no local onde situava-se o predio em q ela residia,.... em um belo dia de sol estavamos todos brincando com uma bola e infelizmente perdemos o controle da situação e a bola foi parar no terreno hostil do predio ao lado então começamos a mirabolar um plano para recuperar nossa querida bola... formamos uma frente de ação complexa pra recupera-la (a gente ia descer a escada e pegar a bola só isso ¬¬) seguimos com o esquema tático nos escondendo por debaixo das janelas para não sermos vistos e enton recuperamos a bola (5 crianças para pegar uma bola ><) mas foi ai q o perigo começou .. entrar no terreno hostil foi uma missão fácil o dificl era sair do mesmo... ainda mais q o gato satânico tinha sentido a nossa presença e avisado a sua mestra q enviou sua fiel aprendiz para nos exterminar com um feitiço macabro assim não tivemos outra escolha a não ser correr por nossas vidas.. um de nossos companheiros se ateou a bola e disaprou a corre afinal esse era o objetivo da missão... porém um dos nossos por sua lentidão não acompanhou o surto veloz q nós tivemos enton a bruxa maléfica apenas com o olhar lançou um feitiço em nossa companheira e ela caiu estatelada no chão e perdeu sua jovem vida (mentira ela caiu machuco o juelho e nada mais aconteceu com ela ¬¬ ^^) Essa foi uma das vezes q essa maléfica servidora do submundo nos assustou... em uma outra oprotunidade foi bem pior.. estavamos sentado conversando nos bancos de pedra Eu(Potato) Pedro(treinador pokémon e companhero de aventuras) Alice(suposta irmã de Pedro) e Mariah(amiga de Alice q falava com gatos/cachorros e animais em geral e espiritos do compasso*) todos moradores do mesmo prédio Alice e Mariah estavam conversando sobre assuntos intimos na lingua do "P" nada q houvesse a ver com a servidora do satã enton mais q repentinamente ela surge das sombras de seu covil com sua kra feiosa e assustadora e emite palavras maléficas rapidamente também na lingua do "P"(lingua q não pode ser aprendida muito rápido exige ensinamento em Havard e Princeton fora intercâmbios com Hogwarts).. foi uma coisa horrenda ele disse as palavras como se estivesse nos almadiçoando e foi tão rápido q nem as mestras em lingua do "P" conseguiram acompanhar... mal sabiamos q daquele dia em diante sofreriamos de uma maldição irremediavel... ficamos muito tempo sem nos aproximar do maldito prédio.. até corriamos pela parte de traz qndo haviamos de compra chup-chup(sei la como escreve) e sempre q estavamos por perto seu maléfico gato gordo de solhos coloridos nos vigiava calmamente como se estivesse esperando o momento certo para arrancar nossas cabeças com furia para saciar sua sede de sangue (hauehuaeha XD)... até então q uma salvação do senhor vindo com poderes dados em carne e osso pelo E.T. de varginha.. o nosso messias salvador "FELIPE"!!! (ohhhhhh!! *-*) esse era O CARA sua maestreza em sempre acordar os outros as 6 da manha em pleno sábado para brincarmos era impressionante sua habilidade de falar e inventar jogos eram aterradoras.. e o melhor de tudo não importa o q acontecesse ele nos tirava da encrenca!! bom depois de secretamente ter tirado a maldição dos nossos corpos Felipe resolveu que deveriamos viver normalmente sem nos preocupar senão sua ira cairia sobre a bruxa.. foi então q por ma interpretação um asno em forma de gente
de nome João Afonso(irmão da maestrina Mariah) me teve a idéia de provocar a bruxa atirando uma pedra na janela de onde elas residiam.. foi tiro e queda a maldita surgiu das profundezas com toda sua furia.. o céu escureçeu e ela se via pronta para destruir o ofensor... foi então q ele agiu como uma luz vinda dos céus e o espirito de São Jorge Felipe simplesmente afrontou a bruxa sem nem mostrar esforços e ainda a derrotou!!!! foi o melhor dia da vida de todos!! finalmente havia alguem q não havia temores para com a mosntruosa e a partir daquele dia ninguem nunca mais se borrou praquela bruxa sem vergonha....!!! FIM!!
muito bom essa história!!! ^^
* - qnto a falar com os espíritos ainda haverá uma história sobre..
terça-feira, 17 de junho de 2008
Vivo nas trevas?
Uma idade das trevas, onde apenas minha alma vive. Um mundo obscuro, isolado, onde a solidão reina completa. A luz já não me alcança, minha voz já não é ouvida, minha vida se tornou, apenas, uma fagulha de esperanças neste mundo. Enterrado estou, numa depressão profunda, numa tristesa sem fronteiras, me afogando em lágrimas de meu próprio sofrimento.
Vida! Vida! Chamo-te vida, ouça meus gritos, ouça meu clamor, lhe pergunto: Isto é o que reserva para mim? Este é meu fim? Responda!
...
...
...NÃO!
Eu não aceito, não me submeto a isto. NÃO! Eu serei apenas quem sou, eu serei EU, mesmo que preconceitos me assombrem, mesmo que a sociedade me humilhe, não desistirei de viver a vida que quero viver, não desistirei de meus desejos e de minhas ambições, não derramarei meu sangue por você vida, injusta vida.
Eu traço meu próprio caminho, seja por terra ou por mar, por prazer ou pela dor, meu destino eu quem crio e eu quem sigo.